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Pequenas Observaç?es sobre Coisas sem Importância

     

segunda-feira, dezembro 23, 2002

 
Falta de criatividade é foda

Eu tenho que postar alguma coisa porque vou ficar até o dia 2 sem escrever nada. Mas me sinto tão, assim, sem ter o que dizer.... Foi mal gente. Mas acho que vcs vao gostar mais desse texto do que de qqer bobagem que eu escrever aqui. Recebi por email um dia desses. É muito bom. Vou iniciar o movimento EU QUERO QUE OS TRIBALISTAS MORRAM, só por causa desse cara que escreveu todas essas verdades juntas. Chega de aturar tudo isso e ainda ter que dizer que eles são o máximo.
Bom, enjoy it.

A primeira festa de aniversário de Mano Wladimir
Por Vladimir Cunha
vlad@o...

Mano Wladimir está tenso. No colo da mãe, Marisa Monte, ele ainda não
conseguiu entender exatamente o que está se passando. Ao seu lado,
Carlinhos Brown conversa com Wally Salomão, que cita uma poesia de
Caetano Veloso, que dá um brigadeiro orgânico (sem chocolate e sem
leite condensado) para Zeca, que leva um pito da mãe, Paula Lavigne.
Mano Wladimir está tenso. É a sua primeira festa de aniversário.

"Criança sã/De uma rã/Guardiã/Eu sou seu fã/Na manhã/Aramaçã/Cunhã".
A música infantil escrita por Arnaldo Antunes especialmente para a
festa é a trilha sonora da dança das cadeiras. Nada da Turma da
Mônica, nada de atores desempregados vestidos de Pikachu. Aqui a
coisa é diferente. MM resolveu ser mãe em grande estilo e contratou a
Companhia Bufa de Artes e Performances do Absurdo para animar a
festa. Fantasiado de Ed Motta, um ator recita de trás para a frente
toda a obra de Eça de Queiroz para algumas crianças. Do outro lado da
sala, um grupo de clowns (sim, porque numa festa como essa é proibido
ter palhaço) ensaia uma volta à posição fetal enquanto ostenta
reproduções dos parangolés de Hélio Oiticica. Num canto, Carlinhos
Brown dá uma entrevista para uma repórter da revista Bravo, escalada
especialmente para cobrir o evento.

- E aí, Brown? Está feliz com o primeiro aninho do Mano Wladimir?
- É uma coisa da modernidade nagô, no que tange a referência
espaço/tempo do ciclo da história humana. O cósmico supremo da
realização superlativa, a poética da bioenergia enquanto motor da
sublimação ótica. É onde o eu e o tu fundem-se na epiderme
inconsciente.
- E o que você deu de presente para ele?
- Pensei na questão do pacifismo, na guerra como catalisador das
emoções humanas ao mesmo tempo em que atrai e repudia o ser. A
máquina ceifadora que gera vibrações orgônicas, que tangencia e
descontinua a unidade solar dos povos.
- Como assim?
- Eu dei um boneco dos Comandos em Ação...

Enquanto as crianças não podem comer o bolo de cenoura, aniz e mel de
cana - que traz estampado uma reprodução de O Abaporu, de Tarsila do
Amaral, em sua cobertura - Marisa Monte serve a elas copos de suco de
gengibre e balas de cravo da Índia. Até que Paula Lavigne tem a idéia
de chamá-las para um karaokê.

Quem começa a brincadeira é Benedito Tutankamon Pedro Baby, cinco
anos e filho de um dos roadies de Arnaldo Antunes, que canta O
Avarandado do Amanhecer, de Caetano Veloso. Em seguida é a vez de
Zabelê Tucumã Nhenhé Çairã, três anos e filha da empresária de
Carlinhos Brown, que canta Ana de Amsterdã, de Chico Buarque. Ao
saber que a próxima criança a cantar é a impronunciável Zadhe Akham
Mahalubé Sinosukarnopatrionitnafilewathua, filha da copeira de Marisa
Monte, Paula Lavigne acha melhor suspender o karaokê.

É hora do Parabéns a Você. Os convidados reúnem-se em torno da mesa.
E então, Marisa Monte anuncia uma surpresa: quem irá cantar o
Parabéns é Carlinhos Brown.

Brown, que andava meio sumido depois de sua entrevista para a Bravo,
aparece vestido com um cocar feito de canudinhos de plástico, uma
camisa de jornal e uma tanga de folhas de bananeira. Atrás dele, 315
percussionistas da Timbalada, um videomaker e quatro poetas
marginais. Brown pega um garrafão de água mineral e começa a cantar
sua versão para Parabéns a Você:

- Vim para cantar/A tropicália alegria de um povo/Azul, badauê,
zumbi/Ela não me quer/Mas sou um tacle regueiro/Viva o divino samba
de João/Monarco na rua/Meu bloco chegou.

Arnaldo Antunes se empolga e começa a recitar poesias
descontroladamente, Marisa Monte gorgeia e improvisa algumas
melodias, a Timbalada toca um samba-reggae, Paula Lavigne cai na
farra e Caetano acha tudo "lindo". O videomaker filma tudo e Wally
Salomão escreve o release. Os poetas marginais aproveitam a confusão
para roubar uns docinhos.

Um executivo de uma grande gravadora, que entrou de penetra, contrata
todos os presentes e promete CD, DVD, livro, críticas favoráveis no
New York Times, participação de David Byrne e especial de televisão.
Para comemorar, Arnaldo Antunes põe um disco de Lupicínio Rodrigues.
O ator vestido de Ed Motta cospe fogo. Marisa Monte lê Mário Quintana
em voz alta. Mano Wladimir chora. É a sua primeira festa de
aniversário.


quinta-feira, dezembro 19, 2002

 
É Natal - tempo de reencontros

Essa semana está insuportável: eventos todos os dias, compromissos com presentes, trabalho, aniversário da vovó... E hoje é quinta. Ainda. Além de ter que prestar atenção à vida prática, eu ainda fico me perdendo em devaneios intermináveis sobre a minha vida interna, aquela que eu faço questão de fingir que não tenho, porque considero sonhadora demais. Enfim, hoje fui comprar presentinhos de amigo oculto e encontrei um ex-namorado. A gente conversou um tempão e ele me falou que está mudando pra Alemanha, e eu disse que ele tinha mais é que se mudar mesmo, que o Rio já não oferecia mais nada de novo e etc. Comprei dois discos (ele trabalha numa loja de CDs) e dei um abraço nele. Ele me disse: Eu ainda Ich lie bi dietch (sei que paguei mico, mas não tenho idéia de como se escreve isso) e eu dei um beijinho na bochecha dele. Achei fofo.

E olha que hoje de manhã outro ex tinha me ligado, chamando pra tomar um chope. O encontro eu recusei, porque os eventos sociais estão exagerados essa semana, mas conversei durante longo tempo no telefone com ele. Acho que posso dizer que tenho bons ex-namorados e ótimos atuais amigos...

Não sei por quê ando tão sentimental, talvez seja mesmo essa época natalina. Eu estou feliz, apesar de fudida no trabalho e com alguns probleminhas de saúde chatos, que eu trato de ignorar. Eu etsou simplesmente feliz. Há quem acredite que alegria é preguiça mental - eu mesma já acreditei nessa máxima por tanto tempo - mas agora, aos 25 aninhos, eu acho que é diferente. Acho que é bacana se sentir bem. E tomara que todo mundo esteja assim.

segunda-feira, dezembro 16, 2002

 
Resumo da ópera cíclico

O rapaz telefonou dizendo que teve um probleminha, que não podia explicar naquele momento e que telefonaria no dia seguinte. A moça ficou um pouco desnorteada e então pediu ao garçom mais uma Michelada, pra ganhar tempo e decidir o que fazer. O grupo resolveu pagar a conta e ela optou por ir à uma boate GLS em Ipanema. Pegou carona com um amigo, entrou com uma amiga, bebeu um gim-tônica, pagou e foi embora. Tomou um táxi para a Gávea, para uma festa onde não conhecia ninguém, pediu outro gim-tônica e dançou sozinha. A moça encontrou um amigo no meio dos estranhos, checou as horas e pagou outra conta. Outro táxi, dessa vez pra Copacabana, encontrar outro amigo e a namorada deste, no bar ao lado da Help. Abriu caminho entre os gringos e as putas, sentou na mesa, ordenou uma coca light e contou para o casal que: o rapaz telefonou dizendo que teve um probleminha e que não podia explicar naquela hora, etc etc etc etc.
 
Meu deus.... Nenhuma vontade de trabalhar. Juro. Queria estar na minha caminha, comendo pipoca e assistindo a Legalmente Loira. a minha preguiça mental é absurda, mas necessária. De final de ano, tenho muitos eventos e preciso de um tempo. Nào dá pra trablahar e cumprir a agenda social ao mesmo tempo.
Ai, queria ser rica.

terça-feira, dezembro 10, 2002

 
Taí o comentário do cara. Pra vcs verem que eu tenho razão...

hahaha! muito engraçado esse blog. tem os melhores comentários de todos os blogs. parabéns bruna, pelo menos você consegue bons resultados. essa coisa de ser homem tá meio estranha, isso é só uma crise querida, daqui a pouco você arruma um homem e tudo passa. aliás, pelo que tenho lido esse é seu único problema agora, grande problema...

anonimo em 09/12/02 21:35
 
Ele disse que o meu problema é homem

Cara, pela primeira vez fiquei puta com um comentário. Só o fato de ter me deixado puta já fez nascer uma ponta de admiração por essa pessoa que posta comentário no blog dos outros e assina como "Anônimo". É que eu sou assim mesmo, meio masoquista, e admiro as apessoas que contradizem as coisas que eu falo. Então, esse cara, ou essa menina, escreveu que o meu grande problema é falta de homem. E eu subi nas tamancas, desci, e postei um outro comentário muito bem educado discordando do dele. Depois, como não poderia deixar de ser, fui debater o assunto numa mesa de bar, com meus amigos freqüentadores do Hipódromo.

- Eu acho que ele pode ter razão - disse um deles, assumindo que o sexo do anônimo é mesmo masculino.
- Eu acho que ele quer te comer - disse um outro.
E aí foi a minha vez de falar que não era nada daquilo. Que homens tem mania de achar que tem sexo por trás de tudo, quando nem é assim...
- Mas sabe o que que é - continuou o primeiro - é que a bruna blog é muito diferente da bruna pessoa. Porque a bruna blog parece uma mulher perfeita.

Aí eu pirei.
- Como é que é?

- A Bruna pessoa diz tudo o que não tem coragem de dizer ao vivo no blog. E, por isso, parece alguém que está num pedestal... Cheio de coragem de fazer e falar coisas. A Bruna do blog é um mulherão.
- Ah, mas a bruna pessoa não é? (eu perguntei com uma voz que saiu involuntariamente ressentida).
- A bruna pessoa é legal, mas não é fodona que nem a do blog.

Que merda. Eu tenho um alter ego que é muito melhor que eu mesma. Isso é que é pesadelo. Pior que a observação foi colocada pelomesmo cara que um dia me chamou de Femme Fatale e que, portanto, deu um nó na minha cabecinha. Pra encerrar a questão, eu lembrei a ele do episódio FF e disse que ele só sabia fazer comentários que me confundiam.

- É que eu gosto que a Bruna blog desça do pedestal um pouco.

Ok, touché. E depois esse Anônimo aí ainda diz que eu preciso de homem... como se eu já não tivesse o suficiente deles na minha vida!

segunda-feira, dezembro 09, 2002

 
O Beco

O céu já mostrava sutis manchas rosas quando cheguei em casa. Tirei os sapatos pra não fazer barulho e me dirigi ao quarto com ela: a melancolia. De leve. Lembrava dele e do outro. Um amor impossível e um amor do passado. "Que bem arranjada estou", pensei, sorrindo. Pensava no beijo nunca ocorrido e, portanto, melhor do que o verdadeiro. Pensava nas carícias e nas compatibilidades caso a vida fosse diferente. Estou destinada a ser uma eremita, quase me convenço. E acho que estou apaixonada por ele.

E pelo outro. Ainda paixonada? Paixão não seria bem o nome; talvez amor ao passado e não à pessoa propriamente dita. O outro, que nunca aparece mas está sempre próximo, com uns olhos enormes observando todas as minhas ações e me julgando, reprovando meus comportamentos inconseqüentes, de quem vai sambar na Mangueira sozinha às 4h da manhã. Sem saber como chegar na quadra de ensaio.

Eu ando romântica ao extremo e a culpa é de Antônio Maria, o autor. Sei bem que desperto cobiça em uns e ódio em outras, mas nenhum desses me interessa. Quero os que não me querem. Ou os que me querem mas não podem me ter. Estou destinada a ser triste, quase me convenço.

Lembrei do outro porque comentaram comigo que a música que tocava era a cara dele. Fudeu. O resto da noite com o fantasma colado à minha orelha. A pressão foi tanta que acabei deixando a festa e procurando-o (o primeiro) no lado oposto do Rio. Não encontrei. E, se encontrasse, veria o meu menino de braços dados com as convenções sociais, que me impediriam de chegar mais perto e estalar um beijo na sua bochecha. Eu acho que estou apaixonada, uma paixão triste, por definição. Eu acho que ainda amo, um amor sem saída, por conclusão.

quinta-feira, dezembro 05, 2002

 
Conversa em mesa de bar durante semi final do Brasileirão

- A minha banda vai fazer show no final do mês... Vc devia ir, o som tá cada vez mais Stones e coisas 70.
- Ah, legal. talvez eu vá. Lembro do que o Charlie Watts disse no final de 25x5, aquele documentário dos Rolling Stones... ele disse: "As pessoas gostam tanto da gente e eu ainda não entendi por quê." Muito bom, ne?
- Rá Rá, muito bom. A gente tem que ver esse documentário juntos.
- Temos, claro. Tenho lá em casa. É só marcar e comprar gim.

(gol do Fluminense. 1x0)

- Cara, tenho pensado muito em ser homem. Acho que deve ser muito bom ter um pau.
- É bom, é bom.
- Imagino que deve dar uma sensação de poder.
- Dá sim, é verdade. Eu me amarro.
- Pois é.
- Mas tem uma coisa ruim: broxar. Quando vc broxa não é tão legal. Aliás, é uma merda.

(gol do Corintians. 1x1)

- Tive um namorado que jurou pra mim de pé junto que nunca broxou.
- Mentira.
- Sério?
- Sério. A não ser que ele nunca ou raramente tenha feito sexo casual.

(gol do Corintians. 2x1)

- Então também é mentira que ele nunca foi num termas? Foi o que ele me disse.
- Rá, que mané. É claro que ele já foi num termas. Todo mundo já foi num termas.

(gol do Corintians. 3x1)

- Uma vez entrei com outro namorado na Miami City, lá en Copa. Todo mundo achou que eu era puta.
- Mas você viu o pip show?
- Não... disse que não queria gastar dinheiro, mas na verdade fiquei com vergonha.

(gol do fluminense. 3x2)

- Ah, besteira. Olha, quero te apresentar um amigo.
- Aquele casado? Não, obrigada.
- Poxa, só pra você conhecê-lo... ele é um cara legal.
- É, mas já pensou se eu me apaixono? Aí quem vai ficar fudida vai ser eu.
- Ah, que nada, de repente ele se apaixona por você também, ué. Por que não?
- Difícil.

(fim do jogo)

- tô triste porque o Flu perdeu.
- Ah, não. eu aturo você querendo ser homem, querendo sentir a sensação de ter pau duro, mas não aturo você sofrendo por causa de time de futebol. Volta aí a ser menina, pô.

quarta-feira, dezembro 04, 2002

 
Ok. Posso gostar de alguém.

Ele está sempre por perto e eu fico olhando de longe. Ele nunca, nunca me olha. Me manda mensangens on line que se alternam entre amizade despretensiosa e flerte. Mas quando está perto de mim, ele não me olha. O máximo que faz é dar um sorriso sem graça, provavelmente lembrando das coisas escritas anteriormente.Eu devolvo o sorriso amarelo. Mas volto pra casa pensando um pouco nele. Só um pouquinho.

Ele é casado. E ama a mulher dele. Daqueles que não traem nunca, que gostam de ter uma família. Eu lamento um pouco, e fico imaginando como seria se ele fosse solteiro. Eu já teria saído com ele e provavelmente não teria passado disso, e hoje ele seria mais um cara com quem um dia eu saí. Será que isso é pior ou melhor do que ser o cara com quem eu penso de vez em quando, só um pouquinho?

Às vezes eu tenho muita vontade de ser homem. E essa vontade aumentou depois que eu comecei a ler Antônio Maria. Eu queria ser homem pra poder falar do sexo oposto com toda essa mistura de tesão e poesia que só alguns caras sabem falar quando vêem uma mulher bonita. Quando falo de homem desse jeito, fica todo mundo me olhando como se eu fosse uma louca desvairada, um ET.

Eu queria experimentar a força de ter um pau entre as pernas. De andar e sentí-lo sacudindo e fazendo volume na minha calça. De apontá-lo pra uma menina como se fosse uma arma. Queria saber se ter um pênis é tudo isso mesmo, e se ejacular é como cuspir o espírito pra fora do corpo, e se é bom coçar o saco e mijar em pé.

Se eu fosse homem, ninguém ia achar estranho eu dizer que não quero casar. Iam pensar: "Ah, ele é só um solteiro convicto!", com sorriso nos lábios. Ninguém ia me achar uma desalmada quando eu afirmar que não quero ter filhos. Iam suspirar : "Aquele ali só quer aproveitar a vida!"

Eu queria muito ser homem. Talvez não pra sempre, mas por uma semana, pelo menos. Até eu aprender a não misturar sentimento nem procurar entonações de voz diferentes ou sinais em banalidades. Pra aprender a não me entregar a amores platônicos, como o que está se formando com meu amiguinho casado. Pra ser leve e solta como só meus amiguinhos machos conseguem ser.
 
Galera, foi mal, ando atoladíssima no trabalho.... Nao rolam textinhos por enquanto, apesar das idéias estarem praticamente ejaculando da minha cabecinha (de cima).
Estarei de volta em breve.

Atenç?o: isto n?o é um di?rio//// Pesando: 55 Kg.// Gastando: com nada. Os amigos pagam pra mim :)/// Pensando: Sobre a muito bem vinda leveza do ser./// Lendo: CRIME E CASTIGO, Dostoievski e TR?PICO DE C?NCER, de Henry Miller AVISO!!!!!!!! Agora estou em www.mulherzinhagirlie.blogspot.com Até que alguma boa alma do Blogger conserte as minhas atualizaç?es. APARE?AM POR L?!!!

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